Forró das Antigas

Sabe o DJ Tenório, que "produziu" a coletânea com os bregas mais saudosos da música pernambucana (vide último post)? Agora ele atacou com outro ícone da cultura nordestina: o forró!

Pois é pessoal, em mais um momento de puro saudosismo e galhofice (neologismo, de que vem de uma galhofa), preparei mais uma coletânea. Dessa vez, estão contidos clássicos do "forró romântico" do final da década de 90 e começo da década de 2000.

Clique é baixe, você não vai se arrepender! ;)

As Melhores do DJ Tenório - Forró Edition, Vol. 1

As Melhores do DJ Tenório - Forró Edition, Vol. 2

Anderson Tenório

Música POPULAR Brasileira (recifense)

De quem ou de quê você lembra quando escuta o termo MPB - Música Popular Brasileira? Eu tenho um palpite: Caetano Veloso ou Gilberto Gil. Talvez Roberto Carlos. Ou ainda, Geraldo Vandré, Elis Regina e Chico Buarque de Hollanda. Todos esses artistas fazem parte desse gênero musical brasileiro. Mas será mesmo que eles fazem a verdadeira música POPULAR? Sim, eu sei que é apenas uma definição, mas talvez valha a pena lançar a discussão.

Essa pergunta provavelmente não possui uma resposta exata, tendo uma explicação simples para tanto: não é fácil definir "popular". Penso logo em dois caminhos distintos: popular pode ser o que tem muito apelo, ou ainda, tudo aquilo que emerge das "camadas populares". Em outras palavras, da periferia. E é sobre esse último cenário que quero chamar a atenção.

Grandes centros. Desigualdades econômicas e sociais. Muita gente. Eis os ingredientes de várias cidades brasileiras. E nesse bolo todo, quase sempre surgem expressões culturais que partem das camadas mais humildes da sociedade. E sendo nossa sociedade composta em sua maior parte por pessoas nessas condições, acredito que essas expressões, efervescentes, são bastante subestimadas pela classe média e pelos ricos.

Vai dizer que João do Morro, aqui em Recife, não é execrado por grande parte da "classe intelectual"? Ou até mesmo o onipresente (pelo menos no Rio de Janeiro) funk carioca é visto como algo do submundo, sem qualquer contribuição artística? E é nesse ponto que quero tocar: sim, eu acredito que tudo isso mereça ser respeitado. Música parte do povo para o povo. E se o povo consome, a música teve sentido! Você tem a opção de consumir o que quer, de escutar o que quer. Se prefere tomar seu Whiski escutando Elis Regina, ok, mas muitas pessoas preferem estar na praia do Oi em Olinda escutando os bregas recifenses.

Levando tudo isso em consideração, respeito bastante artistas que transformam em música a realidade de suas respectivas vidas. Os Racionais MC's o fazem muito bem, por exemplo. Aqui em Recife, os já citados bregas fazem esse papel, que nada mais são do que uma representação do que acontece na sociedade recifense, em parte considerável.

Dia desses, meio nostálgico, fiz uma seleção de diversos bregas que ficaram bastantes famosos nos idos do começo dos anos 2000 até os dias de hoje, aqui na Região Metropolitana do Recife. Fiz tudo em clima de brincadeira, já que este definitivamente não é meu gênero musical favorito. Entretando, o resultado final me fez ter essa reflexão. Essa talvez seja uma boa representação da verdadeira música POPULAR, em âmbito local. Chico Buarque tem seu público merecido e cativo, mas Ritmo Quente, Brega.com, Mancha de Batom também não podem ser subestimados!

Em tempo, a minha seleção de BREGA está disponível para download.  As Melhores do DJ Tenório, Volumes 1 e 2. ;)


Anderson Tenório

O Futebol e o Poder Econômico

Futebol é paixão. Não queira entender o que leva milhões de pessoas por todo o mundo a amar um clube de futebol e realizar as mais incríveis façanhas por ele. Brigar com família pelo seu time. Colocar em risco o emprego pelo seu time. Não há explicação científica a não ser o que nutre o âmago de todo o ser humano: a paixão. E o que dizer do torcedor brasileiro, nordestino, pernambucano? Enfrentar total falta de organização, brigas, medo de torcidas organizadas, saquinhos de xixi, desrespeito do torcedor adversário, enfim, toda a má sorte para acompanhar o seu clube de futebol.



Uma caixinha de surpresas, dizem por aí. Ok, histórias de derrotas daquele super favorito na decisão do super campeonato existem aos montes. A falta de "lógica" (podemos falar em lógica aqui?) em alguns resultados são exemplos constantes. Mas e o futebol como um todo? É tão imprevisível assim? Não, meu caro, eu diria que não. A mola, se não principal, importante do desporto inglês pelo menos aqui no Brasil parece ser o poder econômico, como diversas outras atividades praticadas pelo ser humano.

Vejamos as regiões brasileiras e seus respectivos Produtos Interno Bruto:

  • Região Sudeste: R$1.501.185.000
  • Região Sul: R$442.820.000
  • Região Nordeste: R$347.798.000
  • Região Centro-Oeste: R$235.964.000
  • Região Norte: R$133.579.000
Fonte: Wikipedia Pai dos Burros II e minha capacidade de somar com a calculadora do Windows.




Alguma relação? Temos o Sudeste, a região mais rica e com o futebol mais forte. Em seguida a região Sul, rica e com a segunda força. Depois vem o Nordeste, atrás dessas duas mas ainda assim mais importante que as restantes (economica e futebolisticamente). Por fim, Centro-Oeste e Norte, com posicionamento semelhante nesses dois aspectos discutidos.

É ainda mais interessante observar a situação dentro das regiões. Sem citar os números, a Wikipedia o faz, no Sudeste temos por ordem econômica São Paulo, Rio de Janeiro, Minas e Espírito Santo. Clubes paulistas têm mais títulos que cariocas, que por sua vez são mais importantes que Cruzeiro e Atlético. Espírito Santo fica em último nesse ponto.

Nordeste. Temos Bahia e Pernambuco na ponta. Apesar da rixa (engraçado que no post anterior já falei dessa rixa...), o futebol baiano parecer ser mais reconhecido que o pernambucano: um título brasileiro incontestável, para começar. Após esses, vemos Ceará e Rio Grande do Norte, como segunda força. O que faz sentido, pois clubes como Ceará, Fortaleza e América já tiveram seus bons momentos a nível nacional. Em seguida, Paraíba e Alagoas, um pouco mais fortes que Sergipe e Piauí. O "outlier" dessa conta é o Maranhão em quarto no PIB mas com futebol inferior a RN e CE.



As constatações continuam: no Sul temos em ordem de PIB e futebol Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. No Centro-Oeste, Góias e Distrito Federal dominando o cenário. Por fim, no Norte, Amazonas e Pará bem a frente dos outros estados tanto no poder econômico como na força futebolística.

Bom, tudo isso não tem rigor acadêmico, claro, mas dão uma idéia de como o futebol, conduzido apaixonantemente por cartolas e torcedores, está fortemente relacionado ao dinheiro.

Eu sei disso. Você sabe disso. Mas estamos aí, continuando a torcer por nossos clubes!


P.S.: as imagens contidas no post representam a minha paixão no futebol. O Santa Cruz Futebol Clube, que, se hoje atravessa a pior fase da história, continua a mexer com milhares de torcedores espalhados pelo Brasil e pelo mundo!


Carnaval: PE x BA

Os 60 anos do trio elétrico e principalmente a leitura de uma ótima matéria sobre esse patrimônio no Aqui PE, folhetim popularesco pernambucano, me fez refletir sobre um fato que está implícito em todo Santo Carnaval: a disputa entre quem faz a melhor folia de momo. Qual o melhor carnaval? O pernambucano, multicultural como prega a prefeitura recifence, recheado de festas onde o rico se mistura com o pobre, embalado pelas animadas ladeiras de Olinda, isso sem falar no interior? Ou o baiano, bastante profissional e rentável, de dimensões gigantescas e com notável maior visibilidade em âmbito nacional?

Eu, como natural das terras urbanizadas por Nassau e morador da cidade Patrimônio Histórico da Humanidade (Recife e Olinda, respectivamente, para os desavisados), tenho um certo bairrismo nessa questão, e realmente tenho o desejo infantil de "possuir" o melhor carnaval do Nordeste, quiça do Brasil. E, somente impressão minha ou não, esse sentimento é compartilhado por grande parte dos pernambucanos. É tudo semelhante aquela velha disputa entre brasileiros e argentinos. Quanto ao lado dos baianos, não sei se isso existe, e talvez tudo não passe de implicância do lado de cá, como acontece entre Brasil e Argentina.

Mas, será que esse embate é saudável? Será que vale a pena para ambas as partes? Muito se fala em não "contaminar" o tradicionalíssimo carnaval olindense com músicas "estrangeiras", axé e cia. Em carnaval pernambucano música baiana não entra! Há pouco tempo eu pensava assim, mas agora atento para essa situação de outro modo. A multiculturalidade, carro-chefe do carnaval de Pernambuco, também inclui o carnaval dos nossos vizinhos nordestinos. E onde entra o trio elétrico? Para quem não sabe, e eu me incluia nessa categoria até poucos minutos atrás, o trio elétrico tem muito mais de Pernambuco do que você possa imaginar. Esse símbolo tão arraigado da cultura baiana é quase como um misto de criatividade entre PE e BA. A criação do caminhão com músicas nas alturas foi estimulado pelo conhecido clube carnavesco pernambucano, o Vassourinhas. E mais, tocando frevo! O tempo passou e o carnaval baiano, apoiado basicamente pelo uso do trio elétrico criou personalidade própria e as festas desses estados foi se distanciando significativamente, apesar da utilização de trios também em folias pernambucanas.

Resumindo. Mesmo hoje bastante diferentes, cada qual com seu encanto próprio, os carnavais pernambucano e baiano têm muito mais em comum do que o senso comum prega. Afinal, é festa do povo em ambos os lados. Talvez seja realmente mais sensato tomar um pouco da festa baiana em Pernambuco e emprestar folia pernambucana à Bahia. No final, somos todos nordestinos e essa união é sempre importante. Não por acaso, tolerância é a chave.






Anderson Tenório

[Música] Review/Resenha: Appetite For Destruction - Guns n' Roses

Pretendo também aqui neste espaço publicar resenhas sobre alguns de meus álbuns preferidos, de diversos estilos. Não sou nenhum profissional de música, mas quero escrever qual o motivo desses trabalhos serem tão queridos por mim. Começando, vou "re-postar" uma resenha que publiquei em outro blog. Com o tempo, irei postando outros reviews.


Haja responsabilidade. Escrever uma resenha a respeito daquele que por muitos é considerado um dos maiores álbuns de Rock de todos os tempos. Basta uma pequena pesquisa na Wikipedia: Appetite for Destruction já vendeu 35 milhões de cópias e é até hoje o álbum de estréia mais vendido de todos os tempos.

O ano era 1987. A banda, original de Los Angeles, California, já havia sido formada desde 1985. Axl Rose no vocal, Izzy Stradlin e o mito Slash nas guitarras, Duff McKagan no baixo e Steven Adler na bateria. O lema sexo, drogas e "roquenrôl" era levado a sério. Correm boatos sobre prisões, substâncias proibidas e orgias. Em meio a tudo isso, Appetite for Destruction (a tradução livre - apetite para destruição - dá uma dica sobre o espírito da banda) alanvancou os Guns de meros desconhecidos a astros do Rock mundial, tornando-se uma das bandas mais conhecidas de todo o mundo no fim dos anos 80 e começo da década de 90.

Será mesmo que o disco merece todo esse apelo? Eu diria que sim, diria que o AfD é um excepcional álbum. Munidos de muito Hard Rock, e flertando no Heavy Metal e no Punk, os californianos do Guns conseguiram apresentar ao público da época, aos que conheceram depois (just like me) e aos que ainda vão conhecer, um trabalho pesado, conciso e rebelde. Como curiosidade, a capa do disco, que mostra uma mulher sendo estuprada por um robô, foi censurada em alguns países, aumentando ainda mais o clima de rebeldia em cima do Guns.

O disco abre com Welcome To The Jungle. Um clássico. Hit que alguns anos mais tarde literalmente levantaria poeira no Rock in Rio 3, marcando mais uma das idas e vindas da banda. Welcome To The Jungle é um single simples e direto, que imortalizou a voz aguda e rasgada do Axl. "You know where you are? You're in the jungle, baby!". Os riffs de guitarra são marcantes e a cozinha faz seu seu papel muito bem. Perfeita faixa para abrir shows.
Não estarei exagerando se disser que acho todas as faixas boas.
It's So Easy continua a pegada iniciada por Welcome To The Jungle, e em seguida somos apresentados a Nightrain. Nightrain é o nome de um vinho vagabundo no qual os integrantes se esbaldavam nos tempos da pindaíba. Aliás, ao longo do disco, podemos claramente perceber a influência da "loucura" do Guns n' Roses nas letras das músicas. Mr. Brownstone é um dos codnomes da droga heroína. Em certo ponto é cantado: "Eu custumava usar um pouco, mas um pouco não dava, então o pouco foi aumentando mais e mais". Pois é, mas não é meu objetivo aqui analisar ideologias e estilos de vida. Mr. Brownstone e Nightrain possuem dois dos refrões mais pegajosos do álbum e são daquelas músicas que é para se escutar no último volume.
O disco é conduzido magistralmente por faixas como Out Ta Get Me, Paradise City (um dos grandes hits), Think Abouy You e Anything Goes. Falando em Queen, Axl, segundo ele próprio, foi muito influenciado por Freddie Mercury. Pessoalmente não vejo muitas semelhança nas duas bandas, a não ser pelo enorme sucesso que fizeram.
Voltando as músicas, queria destacar My Michelle. Um dedilhado lento no início, uma levada bem hard rok no meio e um refrão que é puro Punk. O Punk se funde ao Heavy Metal, meio Trash, em You're Crazy. E Rocket Queen é igualmente pesada, porém mais lenta e com melodias mais trabalhadas.
Claro, não poderia deixar de citar Sweet Child o' Mine. Épica. Ok, uma "semi-balada" que quase foge do espiríto do Apettite for Destruction como um todo. Mas não podemos negar que a faixa é bonita e marcante. Marcante que até hoje é de vez em quando tocada em rádios populares e incorporada em CD's piratas no estilo "Grandes Sucessos dos Anos 80". Que atire a primeira pedra aquele que, ao tentar aprender a tocar violão ou guitarra, nunca tentou tocar a clássica introdução, que alguns segundos depois é acompanhada pelo baixo e pela bateria. Falando em guitarra, os solos do Slash são inspiradíssimos. Esse guitarrista aliás, e sua cabeleira inconfundível, já influenciou muita gente por aí, e ainda continua na estrada com a banda Velvet Revolver. Se há controvérsias sobre sua excelência técnica (e quando não há controvérsias nesse assunto? =P), acho que sua influência não se pode discutir.

Se eu puxei sardinha demais, desculpem-me. Mas é que eu realmente acho que AfD é um disco que merece sua atenção, se você é fã de um bom Rock n' Roll, acima de qualquer esteriótipo ou rótulo.
Não falei muita coisa sobre o que se seguiu nos trabalhos d'A Banda Mais Perigosa do Planeta, por não ser o objetivo dessas linhas. Se o Hard do primeiro trabalho não foi repetido com tanta primazia nos outros discos ou se as disputas entre egos e "xiliques" do Axl Rose minaram o grupo, não importa. Também não vem ao caso se a outra formação é o Guns ou apenas uma banda formada pelo Axl e se o Chinese Democracy um dia vai ser lançado.
O que importa é que Appetite for Destruction merece um cantinho na história do Rock mundial e uma "escutada" de vez em quando, mesmo mais de vinte anos após seu lançamento.

Apettite for Destruction - Guns n' Roses
Ano de lançamento: 1987
Tracklist:
1. "Welcome to the Jungle" (Música: Slash, Rose / Letra: Rose) – 4:32
2. "It's So Easy" (Música: McKagan, Arkeen / Letra: McKagan, Arkeen ) – 3:21
3. "Nightrain" (Música: Stradlin, McKagan, Rose, Slash, Adler / Letra: McKagan, Rose) – 4:26
4. "Out Ta Get Me" (Música: Slash, Rose, Stradlin / Letra: Rose, Stradlin) – 4:20
5. "Mr. Brownstone" (Música: Stradlin, Slash, Adler / Letra: Stradlin) – 3:46
6. "Paradise City" (Música: McKagan, Slash, Rose, Stradlin / Letra: Rose, McKagan) – 6:45
7. "My Michelle" (Música: Rose, Stradlin / Letra: Rose) – 3:38
8. "Think About You" (Música: Stradlin / Letra: Stradlin) – 3:49
9. "Sweet Child O' Mine" (Música: Rose, Slash, Stradlin, Adler / Letra: Rose) – 5:54
10. "You're Crazy" (Música: Slash, Stradlin, Rose / Letra: Rose, Stradlin) – 3:16
11. "Anything Goes" (Música: Stradlin, Rose, Weber / Letra: Stradlin, Rose) – 3:25
12. "Rocket Queen" (Música: Rose, Slash, Stradlin, Adler / Letra: Rose, Stradlin) – 6:14

Anderson Tenório

[Cinema] Filmes 2010

Neste post, ao invés de planos para 2010, os filmes que aguardo no próximo ano e pretendo ir aos cinemas por eles:

Toy Story 3
Data de Lançamento: 18/06



Toy Story marcou época, sendo considerado por muitos o primeio longa-metragem em computação gráfica da história. O original e a continuação são um dos meus filmes preferidos. Como fã old-schooll da Disney, espero que a mesma resgate as origens desse clássico.

Prince of Persia: The Sands of Time
Data de Lançamento: Maio



Prince of Persia é um clássico dos games, desde as gerações mais antigas. Sempre conheci o jogo, mas me tornei fã ao jogar uma das sequências no PlayStation 2. A história da série nesse console é sensacional, e, pelo que foi visto no trailer, o filme promete ser uma compilação do enredo dos três games. Alguns podem bater o pé pelo fato de a Disney estar por trás do longa, mas alguém lembra de Piratas do Caribe?

Alice no País das Maravilhas
Data de Lançamento: 05/03



Eis o motivo para a expectativa desse filme: Tim Burton + Johnny Deep. Essa "combinação explosiva", como diria o narrador da Sessão da Tarde é o bastante para mexer o traseiro gordo e ir aos cinemas. Mais um sob a alcunha da Disney.

Homem de Ferro 2
Data de Lançamento: Maio



Tony Stark está de volta. E mais gaiato do que nunca. Particularmente, achei o primeiro filme menos bom do que muitos falam. Mas quero assistir esse. Ah sim, tudo isso ao som de AC/DC e Black Sabbath.

Harry Potter e as Relíquias da Morte, Parte 1
Data de Lançamento: Novembro



Aqui, apenas uma pequena amostra. Harry Potter é uma séria que não é nenhuma obra-prima no cinema. Gosto muito dos livros e como história infanto-juvenil, acho que eles cumprem muito bem o seu papel. A série dos filmes é muito irregular, o primeiro (HP e a Pedra Filosofal) por exemplo é chato e o terceiro (HP e o Prisioneiro de Askaban) acho muito bom. Em novembro, teremos a primeira parte da derradeira história, o embate final do bruxo mocinho contra Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado.

Robin Hood
Data de Lançamento: não sei



Mais outra "combinação explosiva": Ridley Scott + Russel Crowe, dupla de O Gladiador. Promete!

Karate Kid (remake)
Data de Lançamento: 11/06



O tão comentado remake do clássido Karate Kid Daniel-San e Senhor Myiagi, com a inusitada presença de Jaden Smith, filho de ninguém mais ninguém menos que Will Smith (Bad Boys, MIB, Eu Robô, Independence Day, etc, etc, etc), sendo treinado por ninguém mais ninguém menos [2] que Jackie Chan. Minha expectativa para esse filme vem da minha admiração pelo original, que marcou minha infância. Detalhe para a referência no final do trailer ;). Limpe a cerca e lustre o assoalho!

É isso. Preparem seu combo pipoca + guaraná.

Anderson Tenório

2010

Feliz Natal e um próspero Ano Novo. Eu e você vamos ouvir essa frase (e variações dela) algumas vintenas de vezes até o próximo dia 01 de Janeiro de 2010. É! Novo ano, e com ele as boas e velhas promessas. Aqui vão as minhas:

1) parar de fumar
2) fazer uma dieta
3) e... ops, eu não fumo e nem preciso temer uma cirurgia de redução de estômago! Vamos às verdadeiras, pelo menos na vontade de fazê-las. Quero voltar aqui no dia 15 de Dezembro de 2010 e vê no que deu.

  • Continuar juntando dinheiro pro casamento e fazer desse evento uma coisa mais palpável. Quero chegar no final de 2010 com uma data marcada. Apartamento comprado ou bem encaminhado, de preferência. Bom, é a previsão, mas vai ser engraçado se em menos de um ano eu já tiver juntado os panos, quem sabe ;). 
  • Finalmente concluir o curso de Inglês. Quatro anos e meio.
  • Ter um tema de verdade no Mestrado. Já se foi um ano e ainda não sei exatamente qual é o tema da minha futura dissertação. Essa tem que rolar mesmo.
  • Falando em Mestrado, queria publicar mais um artigo em conferência, e, who knows, um artigo em revista.
  • Se houver tempo, gostaria de passar por uma pequena experiência lecionando. É uma futura alternativa pra mim.
  • Na área profissional quero tirar uma ou duas certificações. Uma na área de Banco de Dados, em Oracle, e uma na área de desenvolvimento, Java talvez. Pra quem não é computeiro(a), isso serve pra certificar seu conhecimento acerca de uma tecnologia.
  • Participar de um conflito armado contra a opressão mundial 
  • Uma da lista prometida de todos os anos: participar de alguma atividade voluntária. Sempre prometi essa, mas ainda não me veio um insight. 
  • Tentar me preocupar menos, ser mais ameno com os problemas. Ser mais útil de alguma forma. Dá minha pontinha de contribuição ao bem-estar das pessoas.
  • Voltar a assistir algum jogo do Santinha no Arruda.
  • Que eu me lembre agora é isso. Dou um update se me aparecer outra coisa.
E aí, quais são seus planos para 2010?

P.S.: Um dos itens da lista é falso. Não, não é o sobre a atividade voluntária! ¬¬

Anderson Tenório